São infinitas as possibilidades de bons cafés, onde se pode comer muito bem. Aliás, o Café de Flore e o Deux Magots são cafés famosos onde antigamente faziam ponto Sartre e Simone de Beauvoir. Hoje se come o sanduíche mais caro do mundo e se é maltratado pelos garçons. Ali perto, há cafés melhores, sem tanta história, mas tão charmosos quanto.
É o caso do Café Bonaparte, na rua do mesmo nome, em frente à bela igreja gótica de Saint-Germain.
Um pouco mais adiante, na Rue de Seine, o La Palette bar é frequentado por estudantes da escola de belas artes, que fica quase ao lado, com muitos quadros na parede e sua grande variedade de cervejas.
Ao lado, na esquina com Rue Mazarine, há o Bistrô Mazarine, onde além das muitas mesas na calçada, da bela carta de vinho, come-se a tradicional gastronomia francesa (ostras frescas e confit de canard, por exemplo) de cara para as dezenas de galerias de arte da rua.
Lugares legais: Pont des Arts - fim de tarde com pôr do sol. O programa é sentar-se na ponte para ouvir música e ver o vaivém da moçada. Todo mundo vai lá.
Além do circuito Musée d’Orsay (inicie o seu percurso no terceiro andar e vá descendo...) , Louvre , Rodin , Pompidou , foi reinaugurado depois de 20 anos fechado, o Museu de l’Orangerie que abriga as conhecidas ninféias do Monet .