Antes da ascensão da China, a Cidade do México manteve-se durtante muito tempo no posto de segunda maior cidade do mundo. Cheguei alí preparado até para uma possível hostilidade no dia-a-dia da cidade, situação corriqueira em megalópoles.
Para minha surpresa, o povo é de uma extrema gentileza e simpatia. Ser brasileiro ajuda muito, pois eles adoram o Brasil. E tudo fica mais fácil...
Para deslocamentos curtos, opte pelos ônibus. As rodoviárias parecem aeroportos, com ar condicionado central, sistema de auto-falantes, salas de espera, coffe-shops, bares... O que vem depois é ainda melhor: as auto-estradas parecem uma continuação da Califórnia. As vicinais não.
Se sua praia não é Cancun, desça pela Riviera Maia e curta uma praia caribenha de águas azul turqueza e areias brancas, com a possibilidade de dar um up-grade cultural e visitar as ruínas Maias da região. Chichen Itzá tá logo alí e é uma das novas sete maravilhas do mundo. Una o útil ao agradável e visite Tulum, um sítio arqueológico do século VI.... a beira mar.
No Pacífico, Zihuatanejo é a nova aposta. Acapulco continua linda, mas rola um clima de perda de glamour.
Para os aficcionados de arqueologia... Palenque.
O centro de Puebla é imperdível. Tem que vasculhar os edifícios antigos por dentro, como a Biblioteca Palafoxiana.
O México não é pra ser visitado uma só vez. Na hora de embora, sempre dá a sensação de que um dia voltaremos.